It´s a nonsense world, after all (3).

maio 3, 2011


It´s a nonsense world, after all (2).

maio 3, 2011


It´s a nonsense world, after all.

maio 3, 2011


Cala a boca, Galvão!

junho 24, 2010

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Falem mal, mas falem de mim.

junho 24, 2010

Com toda essa onda de redes sociais, como Orkut, Facebook e outros sites do gênero, fico me perguntando o porquê de ainda não terem criado algumas redes antissociais. Que tal um “Hatebook” ou um “Teodeiocut”? Não seria ótimo ter um lugar onde você pudesse cadastrar todos os seus inimigos e desafetos em geral (e isso pode incluir o seu chefe, aquela sua vizinha, algum professor), para que pudessem trocar farpas e falar algumas verdades (na lata), sem que nenhuma das partes se sentisse ofendida?

No espaço da página reservada aos scraps (ou recados), uma espécie de paredão de fuzilamento, sem fronteiras, onde todos tivessem total liberdade de expressão. É claro que os xingamentos mais pessoais e extremistas teriam o seu lugar de destaque, como fazem, hoje, com os depoimentos.

Falar-se-ia mal da imagem do perfil, das fotografias colocadas nos álbuns, das preferências da pessoa, das bandas, dos livros, das comidas… Aliás, tudo o que se relacionasse ao profile, por menor que fosse, poderia receber comentários (maldosos) numa área destinada para tal e aberta a todos os participantes. Absolutamente tudo!

Brigas virtuais poderiam ser marcadas através da rede. Não seria ótimo colocar para fora aquele espinho entalado na garganta, sem ter que ficar com a consciência pesada? Não seria extraordinário falar que alguém tem mau hálito? Afinal, uma rede antissocial serve pra isso e todos aqueles que nela se cadastram não estão ali para receber elogios.

E nada de Mini Fazenda e outros joguinhos bonitinhos! O negócio ali seria “Mini Duelo”, onde os combatentes preparariam com cuidado o seu campo de guerra, para que pudessem travar alguns embates épicos. E que vencesse o melhor!

O fato é que já está na hora de surgir um “Irakut”. E se surgir, se lembrem de não me adicionar. Afinal, não quero ser tão popular assim.


Azeitona de misericórdia…

janeiro 25, 2010

Acabou de jantar e pediu a conta, como de costume. Aquele dia resolvera ir sozinho ao restaurante, para tentar colocar as ideias em ordem e pensar um pouco na vida. Confessou ao garçom que tinha exagerado um pouco, pedindo um filé daquele tamanho só para ele. De quebra, ainda comeu a sobremesa e tomou um cafezinho. Estava quase sendo expulso da própria calça, já que tinha a sensação de não caber mais dentro dela. Preencheu o cheque e levantou-se sem pressa, ajeitando a cadeira e afrouxando um pouco o cinto.

Mas bastou uma olhada, em direção à porta de entrada, que agora era a única saída, para que ficasse pálido feito uma folha de sulfite em branco. Perdera toda a serenidade que sentia até então. Também, quem mandou ir ao lugar de sempre? Sua ex-mulher estava sentada à mesa, com o namorado novo, bem no caminho que precisava fazer para se livrar daquele constrangimento. Não sabia o porquê, mas não se sentia à vontade para falar com ela, nem ao menos para dar um simples “boa noite”, arrematado com um sorriso amarelo. O pior é que ela estava acompanhada e pareciam ter acabado de chegar.

Sem encontrar outra alternativa e antes que ela o visse, sentou-se novamente e pediu mais um chopp. As pessoas ao redor estranharam a cara que fazia. Parecia ter visto o diabo em pessoa, dançando a Macarena, numa Sexta-Feira Santa. Psicologicamente não estava preparado para enfrentar a situação. Aliás, nem sabia ao certo porque haviam terminado o relacionamento de tantos anos. Definitivamente não podia passar por ali. Tinha de haver outra saída. Não queria ser visto, de jeito nenhum. Já pensou o que falariam dele, pelas costas, se o vissem confraternizando com a ex e aquele que o substituíra?

Empurrou o chopp goela abaixo, matutando o próximo passo. Mas seria possível que aquele restaurante só tivesse uma porta para as pessoas entrarem e saírem? E se houvesse um incêndio, meu Deus? Uma catástrofe certamente mataria a todos. E aquilo era uma catástrofe. Pelo menos pra ele. Pediu um pudim e desabotoou o cinto por completo. Não cabia mais nada em seu estômago abarrotado… e os dois pombinhos ainda nem tinham começado a comer.

Pensou em anunciar o roubo do carro da ex, no auto-falante do restaurante, para que eles saíssem dali, pelo menos por alguns minutos, mas achou ridículo. Primeiro, por fazer isso de um lugar de onde mal dava para ver a rua; Segundo, por não saber qual era o carro do “Mandioca”, como começou a tratar o “rival”, desde então. Não tinha culpa se o sujeito se parecia com uma raiz retorcida.

Resolveu ficar mais um pouco. Comeu um flan, um petit gateau, um brigadeiro, bebeu uma garrafa de água mineral e nada. Nenhuma solução. Já quase sem poder respirar, deu o golpe de misericórdia: pediu uma porção de azeitonas, calculando que demoraria tempo suficiente para se livrar daquele martírio. Logo na primeira, não se lembrou de mais nada. Acordara horas depois, no hospital, com a ex e o Mandioca, sentados ao lado de sua cama, encarando-o. Mais tarde ficou sabendo que foram eles que o carregaram até ali, totalmente inconsciente, a pedido do maître. E agora? O que falariam dele?


E não se esqueça do filtro solar!

novembro 17, 2009


O som do silêncio.

novembro 17, 2009

Realmente não entendo esta nova leva de cantores mudos, criados pelas gravadoras e apresentados pelo Youtube e sites afins. Como bandas inteiras podem viver sem ter a chance de divulgar um novo trabalho ou mesmo de nos dar o prazer de “revisitar” aqueles mais antigos, se as gravadoras – principais interessadas neste conturbado mercado fonográfico – simplesmente ordenam que sejam retirados os sons de alguns vídeos disseminados pela Internet?

Dia desses, por exemplo, vi determinada banda, numa entrevista na TV, e fiquei curioso para conhecer um pouco mais do trabalho daqueles músicos. Para o meu espanto – e pela primeira vez –, me deparei com um vídeo dos caras tocando feito fantoches. E no meio da tela, sem meias palavras (me perdoem pelo trocadilho), a mensagem: “o áudio foi retirado por ordem da gravadora tal, que detém os direitos autorais…” A sensação imediata foi um misto de desapontamento, surpresa e ira. Ainda incrédulo, tentei ver mais alguns vídeos, falei com alguns amigos, buscando uma explicação mais racional… tudo em vão!

O fato é que nós, simples mortais, nunca vamos entender o verdadeiro motivo de tal “retaliação”. Qual seria o fundamento disso tudo? Penalizar a todos, por culpa de alguns poucos que fazem mau uso da tecnologia? Mostrar os vídeos sem áudio, não vai coibir a “pirataria”, monstro moderno e tão ameaçador. Pelo contrário. Quem realmente quer determinada música, não será parado por essa “barreira simbólica” e vai encontrar um meio de consegui-la no “mercado negro” – seja comprando dos chamados vendedores alternativos, ou baixando em sites e “mulas” da vida.

E digo mais! Tirar o som dos vídeos da Internet pode aguçar a curiosidade de quem não estava pensando em meios ilegais. Talvez o sujeito só esteja querendo ouvir – mesmo que por uma única vez – uma determinada canção ou assistir a determinado videoclipe. Porém, diante da assombrosa realidade das bandas caladas, seja obrigado a procurar outros caminhos mais “escusos”. Nem que se dê ao trabalho, para depois descobrir que não gostou do que viu e ouviu.

As gravadoras deveriam perceber que a divulgação dos serviços de seus “apadrinhados”, pela Internet, é benéfica e, consequentemente, mais lucrativa para todos os envolvidos. Está passando da hora de perceberem que a situação é de simples solução: basta facilitar o acesso de todos às obras fonográficas (objetos deste post), através de um esforço conjunto (e global) para diminuir o valor apresentado ao consumidor final. Outra sugestão, não menos importante, é que o governo reveja a carga tributária incidente sobre tais produtos.

Ah! Como se tudo isso não bastasse, eis a outra “sensação do momento”: vídeos que não podem ser incorporados no Orkut, blogs pessoais e sites assemelhados. Não podemos, sequer, dizer aos nossos amigos quais as nossas bandas favoritas. É proibido! Afinal, eles podem gostar e querer comprar os CDs e ir aos shows… Isso seria uma afronta às gravadoras, que detêm todos os direitos! E o silêncio foi instituído como palavra de ordem.


A importância das amizades…

novembro 8, 2009

amigos (1)


Rammstein – Amerika

outubro 17, 2009

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